Já saiu a nova publicação INFARTE # 0,3 que poderá ser encontrada no D.A. ou pelos corredores dos Cemunis. Confira o editorial.
Editorial
A assembléia geral dos estudantes de Artes foi um sucesso, e contou com a presença de estudantes como há algum tempo não se via, apesar de com um número que ainda pretendemos aumentar. Foi aprovado o novo estatuto e eleitos representantes para as reuniões de departamentos e de colegiados (veja lista no D.A.).
A VERMESsagi de inauguração da exposição “PETRA” e o lançamento da revista PREGO #1 também foi muito prestigiada. Um delicioso tabule com torradinhas era um dos pratos principais da noite que também foi acompanhada pelo líquido negro (com ou sem álcool). Mascarados mexicanos faziam uma mistura de punk rock com música mexicana. TEQUILA! Cabral is not dead. Surgem na noite, alem de muitos desenhos, novos projetos: Exposição Espontânea Arte na Caverna; 1ª Rifa de Desenhos. Tudo na paz.... Vermes mostrando pra que vieram aqui.
Os coleguinhas se uniram e, graças a isso, muitas coisas boas vem acontecendo e quanto mais nos unirmos, mais coisas boas acontecerão. E, apesar disso, tem gente que ainda duvida da capacidade da organização dos estudantes. A Galeria Dada vem sendo motivo de muita conversa nos corredores.
Fato que vem gerando tal bafafá é um projeto do professor Ricardo Maurício que passou pela reunião de departamento do DAV. Uma reunião que atropelou os estudantes, que não receberam convocatória, nem foram avisados de reunião de tal importancia ou sequer foram comunicados sobre um novo projeto para a galeria. Um projeto que não é projeto de extensão e nem de pesquisa (existe?!).
Lembramos que a Galeria Dada só é galeria pois os estudantes assim a querem, já que é parte integrante do D.A. (devido ao espaço que o D.A. destinou para ser a galeria a sede é tão pequena). E por isso o Diretório Acadêmico de Artes está promovendo no espaço as exposições e os projetos dos estudantes, com divulgação na universidade e na mídia local, além de promover as VERMESsagis para interação com os artistas.
Importante esclarecermos aqui que os estudantes não são marionetes (tamos meio grandinhos pra isso) e que o que estamos fazendo não é tomando as dores de alguma intriga entre professores do departamento. O que estamos querendo é construir um centro de artes mais ativo e vivo, onde os projetos dos estudantes não sejam reprimidos ou esquecidos pelas reuniões de departamentos
A VERMESsagi de inauguração da exposição “PETRA” e o lançamento da revista PREGO #1 também foi muito prestigiada. Um delicioso tabule com torradinhas era um dos pratos principais da noite que também foi acompanhada pelo líquido negro (com ou sem álcool). Mascarados mexicanos faziam uma mistura de punk rock com música mexicana. TEQUILA! Cabral is not dead. Surgem na noite, alem de muitos desenhos, novos projetos: Exposição Espontânea Arte na Caverna; 1ª Rifa de Desenhos. Tudo na paz.... Vermes mostrando pra que vieram aqui.
Os coleguinhas se uniram e, graças a isso, muitas coisas boas vem acontecendo e quanto mais nos unirmos, mais coisas boas acontecerão. E, apesar disso, tem gente que ainda duvida da capacidade da organização dos estudantes. A Galeria Dada vem sendo motivo de muita conversa nos corredores.
Fato que vem gerando tal bafafá é um projeto do professor Ricardo Maurício que passou pela reunião de departamento do DAV. Uma reunião que atropelou os estudantes, que não receberam convocatória, nem foram avisados de reunião de tal importancia ou sequer foram comunicados sobre um novo projeto para a galeria. Um projeto que não é projeto de extensão e nem de pesquisa (existe?!).
Lembramos que a Galeria Dada só é galeria pois os estudantes assim a querem, já que é parte integrante do D.A. (devido ao espaço que o D.A. destinou para ser a galeria a sede é tão pequena). E por isso o Diretório Acadêmico de Artes está promovendo no espaço as exposições e os projetos dos estudantes, com divulgação na universidade e na mídia local, além de promover as VERMESsagis para interação com os artistas.
Importante esclarecermos aqui que os estudantes não são marionetes (tamos meio grandinhos pra isso) e que o que estamos fazendo não é tomando as dores de alguma intriga entre professores do departamento. O que estamos querendo é construir um centro de artes mais ativo e vivo, onde os projetos dos estudantes não sejam reprimidos ou esquecidos pelas reuniões de departamentos

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